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domingo, 13 de março de 2011

Saudades...

“É tão estranho, os bons morrem antes...”


Legião Urbana

Rízia Kely (15 anos)

Brenda Riana ( 17 anos)


`

É muito estranho a morte...


É muito estranho também os nossos sentimentos à respeito da mesma. É muito pequena a nossa compreensão.


Mas, assim como nós, acredito que Deus precisa dos bons, dos jovens e dos justos ao seu lado. Precisa sempre de mais anjos ao seu lado no céu.


Quem sabe uma justificativa para a viagem tão repentina e sem explicação de Rizia e Brenda...


Será que Deus, na sua infinita misericórdia, permitiria que tamanha bondade, beleza e juventude deixassem os seus aqui na terra, sem que fosse bem maior e mais belo o seu propósito no céu? Maior do que a nossa própria felicidade em tê-las perto de nós?


Ao chorarmos a morte daqueles(as) que amamos e se vão cedo demais, choramos a nossa própria morte, a morte da ausência em nós, a morte da falta que sentimos, a morte da luz que esses refletiam em nós, no nosso dia-a-dia, culminando na nossa felicidade.


Mas, se acreditamos em Deus e na vida eterna, sabemos que essas estão bem mais felizes do que antes e que foram agraciados com a felicidade completa e eterna.


A nós, cabe pensar que a cada vela que apagamos no lindo bolo de aniversário, é mais uma etapa vencida em nossas vidas e nem por isso deixa de significar felicidade e luz.


As meninas Rízia e Brenda, que se foram tão cedo, aparentemente levaram a sua luz, tem significado  uma espécie de morte para nós que nos sentíamos iluminados.


Eram luz. Continuam sendo luz e brilhando ainda mais forte, só que presente em outra dimensão. Isso não significa que tenham se apagado para os que ficaram. Essa luz estará sempre acesa em nossas lembranças, estarão sempre presente em nossas histórias. E teremos dessas luzes(Brenda e Rísia) o melhor reflexo, pois se ausentaram da nossa presença ocular em seu momento de maior esplendor.


Que possamos senhor enxergar, compreender e usufruir da luz deixada por elas...que possamos irradiarmos da doçura, meiguice, alegria e bondade.


Que possamos senhor aprender com seus exemplos, pois somos nós nesse mundo, apenas histórias e assim, LEMBRANÇA VIVA.


Eternas saudades...

ver mais fotos no link abaixo

sexta-feira, 4 de março de 2011

Uma Visitante Indesejada



É. lá vem ela …
Como todos os anos, a enchente chega de mansinho e vai tomando conta de nossas vidas.
Como de costume resolvemos nossos problemas como se já tivéssemos habituados a ela.
Cada um nesse drama tenta viver a enchente da melhor maneira possível. Há aqueles que constroem sobrados em cima de suas humildes casas, improvisam uma “rabetinha” para a passagem diária em suas águas. Alguns ficam ilhados precisando apenas transpor as águas acumuladas nas ruas nas ocasiões necessárias. Porém tem aqueles que se mudam, os alagados de fato. Esses se ajeitam de maneira quase desumana em abrigos improvisados que na verdade parece mais um amontoado de gente do que um abrigo. Mesmo assim mudamos cada vez menos a nossa rotina.
A conformidade chega a ser intrigante, até costumamos escutar ou pronunciar a velha frase” É melhor passar alguns meses desalojados do que não ter onde morar”.
De qualquer forma costumamos dizer “ dos males o menor”. A enchente aqui não faz os estragos que costumamos acompanhar pela televisão: cheias repentinas, chuvas avassaladoras como caso das região metropolitanas do Rio de Janeiro, ou ainda pior, os tsunamis no Japão e outros países.
Na verdade nem chegamos a ser vítimas da enchente, somos vítimas mesmo é da nossa condição econômica-social. Somos apenas reféns de uma característica peculiar à nossa região. De certa forma é uma escolha nossa, forçada, mas escolha. Escolhemos nos “abrigar” nessa cidade.
E pensando bem , como desfazer tal problema? Geograficamente nossa querida cidade de Marabá, mais precisamente a “Velha Marabá” é propícia a isso, as águas sorrateiramente vão tomando pedacinho aqui e ali sem que se concretize numa completa invasão.
Como poderíamos nos desfazer  das partes tomadas por ela: um pedacinho do centro( Passondas) um pedacinho da Getúlio Vargas, da 7 de junho, Magalhães Barata, Cabelo Seco, Santa Rosa e até mesmo um pedacinho do nosso cartão postal “A orla”.
Sem outra alternativa, assim ficamos nós, conformados, teimosos e perseverantes. A cada ano nos despedindo de uma enchente na esperança de encontrarmos a próxima, sãs e salvos

quinta-feira, 3 de março de 2011

Atividade de Pesquisa


Um dos equívocos mais comuns que os educadores cometem a respeito da pesquisa é de pensar que os alunos serão capazes de distinguir sozinhos o que é importante ou o que deve ser feito a respeito de determinado assunto numa atividade de pesquisa.
A pesquisa não é uma mera atividade de cumprimento de tarefa e nem tão pouco uma atividade independente na qual a aprendizagem possa acontecer pelo simples fato da participação dos alunos.
A pesquisa é acima de tudo um processo metodológico que deve sempre estar ligado a objetivos claros e significativos. E portanto deve ser usada a favor da aprendizagem. Isso só será capaz de acontecer a medida que os professores encaminhe situações que integrem à atividade de pesquisa á situações bem definidas planejadas e encaminhadas.

Seqüência de atividade de pesquisa

Etapas indispensáveis a uma atividade de pesquisa.

  1. Apresentação do assunto
O professor deverá inicialmente fazer uma abordagem do assunto a ser estudado, explorando com os alunos questões relevantes, intrigantes ou polêmicas, ou ainda propor uma questão de investigação.
Nessa etapa se faz necessário a delimitação do tema exposição do assunto.

  1. Planejamento da pesquisa.
Faça com os alunos os combinados necessários, orientando-os sobre como deverá seguir. Sugiro:
- A divisão de equipes de trabalho
- a divisão de tarefas
- indicar sites confiáveis de conhecimento do professor
- combinar data de devolução
- orientar os alunos sobre o foco a ser pesquisado
- delimitar uma questão de investigação

  1. Análise dos resultados e produção do conhecimento

Oriente os alunos na interpretação do conteúdo da pesquisa, faça resumo do texto encontrado por eles.
Ajude na organização de dados em tabelas e gráficos ou ficha relatório.

  1. Socialização do conhecimento/ retorno
Realizar um momento para socialização dos conhecimentos. Em círculos de debate, roda de conversa ou seminário. Outra opção é fazer devolutivas após ler os trabalhos dos alunos, isso de forma individual ou coletiva.
Obs: toda pesquisa deve ter um retorno para os alunos, pois eles precisam saber o porquê do que estão fazendo.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A QUEM INTERESSA???

A  quem interessa a qualidade de vida de uma população?


Pensei nisso atualmente a partir de algumas atividades que aconteceram na Vila Canaã, conhecida como Vila do Rato.(Marabá -PA)
A pesar da comunidade ficar localizada bem  da Marabá Pioneira, final da Av Getúlio Vargas, uma das principais do centro comercial da cidade é lamentável e quase inacreditável a situação de abandono vivida pelos moradores daquela comunidade..
Lá não existe rede de esgoto, o que pode-se pensar, e daí a maior parte da cidade não tem. Porém lá também não se tem água encanada e  coleta de lixo o que vem mostrar o quanto aquela população é ignorada,  pois bastava  um simples contêiner ou ainda que o carro do lixo percorresse alguns metros a mais na mesma rua para fazer  a coleta. Trata-se  de uma atitude bem simples, o reconhecimento de que são gente, uma simples atitude de  reconhecimento como cidadãos.
A situação torna-se ainda mais degradante quando pensamos ou presenciamos a rotina de vida dos moradores de lá. Naquela humilde comunidade  parece que o tampo parou, que o progresso e os benefícios trazidos por tal não passa de sonho ou história de ficção. As mulheres daquele local todos os dias fazem a sua rotina de casa para o rio( como na época das nossas bisavós) para lavarem a roupa, a louça, as crianças antes da escola. Fazem isso conformadas como se a vida não lhe precisasse beneficiar por nada, como se não merecessem e nem pudessem reivindicar os direitos de cidadãos.
Se essa situação parece lamentável. Então que tal imaginarmos que nessa população não existe espaços adequados de deposito dos dejetos. Lá não existem fossas, nem secas, nem de espécie alguma.
Então imaginemos agora o que acontece na prática. As pessoas, por não terem uma opção mais adequada, encaminham as encanações dos seus banheiros para longe de casa, ou seja, para bem próximo ao rio, jogam o lixo a céu aberto, também próximo ao rio e pegam água do rio para suas necessidades do dia-a dia.
Como conseqüência disso temos as crianças que a cada mês repetitivamente apresentam sintomas de verminoses, diarréia e doenças de pele.
 
 REPITO! A quem interessa a qualidade de vida daquela população?


Eu respondo não é aos políticos, aos que estão no poder com a ajuda dos mesmos, que foram eleitos para cuidar dessa população e que a cada nova eleição aparecem para reafirmar suas promessas de campanhas, seus votos de compromissos com a população carente.


 A QUEM INTERESSA OS VOTOS DESSA  POPULAÇÃO??


 Aí sim fica mais fácil responder....

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O MENINO DO ARCO DO SOL


Vídeo usado pelos alunos no Porjeto " Secretário Escolar de Meio Ambiente".
O projeto citado é um dos projetos acompanhados pelo laboratório de Informática da escola José Mendonça Vergolino, a qual  trabalho como facilitadora.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Os saldos da greve.


Ao depararmos com a experiência de greve podemos dizer que nem sempre a greve nos traz saldos positivos.

A greve dos servidores da educação esse ano como sempre trouxe de imediato muitos problemas: servidores demitidos, descontos absurdos no contra-cheque, chingamentos, agressões, decepções.
Na greve é formada uma verdadeira queda de braços entre a classe operária e a classe “mandante”. Dificilmente os mandantes cedem , pois aos olhos de todos ceder é demonstrar fraqueza. Por outro lado se a classe operária cede não conseguirá mostrar força para conseguir respeito. Manter a força é é questão de honra, mas é também coisa difícil de se fazer. Precisamos lutar contra o poder, contra os defensores do poder e ainda contra a fraqueza da nossa classe trabalhadora. O comando de greve que sempre se faz necessário em qualquer luta, quase tem que tirar a força os professores da sala para aderirem a greve. Vem então as perseguições: demissões, ameaças, desconto de faltas. É um Deus nos acuda.
E prometemos continuar na guerra até que sejamos atendidos...
Agora sobre outra perspectiva. A pauta de negociação passa a ser questão secundária. Passamos a correr atrás dos prejuízos: as demissões, os descontos.
Por mais que se ameace e em muitos casos se cumpra ainda temos o poder da luta e é isso que fazemos. Mais paralisações, mais assembléias. Até que a comunidade começa a enxergar quem está na rua, escuta, analisa, junta aos fatos já conhecidos e acaba por ficar do lado de quem luta. A força política entra em ação e voltamos ao inicio do jogo.

Negociamos as faltas, retroativo salarial, os demitidos são readmitidos e a pauta continua por ser negociada, mas agora com o compromisso de que será respeitado o acordo de mesa de negociação.
Se a luta vale a pena?
Claro que sim, diria isso mesmo na parte mais penosa da greve, quando nos falta o “coro” a parceria dos companheiro que estão bem acomodados no seu canto. Diria isso também à aqueles que por diversos motivos não fazem parte dela. Por estarem ocupando cargos dito de “confiança”, por terem medo de se expor contra os mais poderosos, por não serem conscientizados e aos que ocupam a casa dos motivos mais repugnantes, aqueles que querem ganhar a custa da luta, do esforço e da exposição alheia. Por incrível que pareça existem esses.

E o que resta?
Resta a certeza de que podemos, de que estamos vivos, resta o respeito. O bônos sempre vem mais tarde. Os frutos da luta nem sempre é imediato, mas basta lutarmos para que eles apareçam. Por que é assim; precisamos lutar para termos direitos e depois lutar para que os direitos sejam garantidos.
Mas sem luta não há vitória. Ficaremos somente com as derrotas.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Trabalhar a diversidade textual na escola.

O trabalho envolvendo a diversidade textual e os gêneros literários tem sido um dos assuntos abordados ultimamente. Remete a esse a capacidade da melhorar do índice de desenvolvimento educacional. Alguns programas estão sendo criado para atender a necessidade de formação dos professores para esse propósito. Porém nas escolas ainda vemos trabalhos pouco significantes envolvendo esse tema.
Uma das controversas a superar é o fato de que para os estudantes o fato de expressar suas idéias oralmente é uma atitude completamente normal que em qualquer atividade ocorre naturalmente sem transtorno, porém o fato de se colocar essas idéias em papel, na escrita isso torna-se uma dificuldade que leva a um trabalho árduo para o professor e bastante penoso para os alunos.
O fato é que os trabalhos envolvendo a produção textual na muitas vezes é feito de forma absoleta, enfocando, apenas o objetivo de se repetir uma forma corriqueira cheias de regras pr se produzir algo muita vezes insignificantes para os alunos.

A variedade textual é sim, necessária para que a criança perceba os diferentes objetivos de um texto escrito e seu uso no dia-a dia, de acordo com nossas necessidades e oportunidades, porém o como isso deve ser colocado e proposto para os alunos que pode fazer o diferencial da aprendizagem significativa. Pois como é citado por Vygotsky.
... a escrita deve ter significado para as crianças, uma necessidade intrínseca deve ser despertada nelas e a escrita deve ser incorporada a uma tarefa necessária e relevante para a vida." (Vygotsky, in Moll, 1996)

Neste sentido trabalhar a diversidade textual é não somente propor tarefas e mais tarefas, mas em primeiro lugar dar ao aluno a oportunidade de compreender a função social da escrita mediante a diversidade do texto. Para tanto é necessário que se tenha um bom propósito de linguagem e comunicação para tal escrita. Esse é o verdadeiro propósito da diversidade texto
“ a função social”. E é o professor que enquanto mediador da aprendizagem leva a verdadeira dimensão desse propósito para seu aluno, fazendo despertar nele o interesse pela escrita textual, oportunizando assim uma menor resistência e sofrimento a essa atividade, proporcionando assim a aprendizagem desejada.
Para o desenvolvimento de tais objetivos educacionais muitos se fala na organização didática das atividades. Os trabalhos com projetos didáticos tem sido abordado como uma metodologia de ensino capaz de promover a aprendizagem dessas.
Um coisa é certa, como aborda Vygotsky, a necessidade, o significado são pressuposto essenciais para a compreensão. Precisamos fazer com que seja real e significativa tal atividade. Nisso os projetos didáticos podem assumir essa função, de tornar real e mais verdadeira essa atividade.
Muito dos profissionais da educação se questionam sobre o para que fazer, como fazer e se dar certo. Isso só podemos afirmar fazendo. Para cada um porém essa tarefa é realizada de acordo com seus pressupostos teóricos e metodológicos.
Pra mim mesma é feito de várias formas e afirmo, todas elas tem gerado bônos par a aprendizagem. Posso, e quero nesse meu blog, postar alguns relatos e experiências minhas. Aqueles que desejar ler acesse sempre.
Joelma.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Projeto Almanaque

1. Identificação
 Professor responsável
Joelma Maria dos Santos Silva
Nome da Escola:  EMEF  José Mendonça Vergolino        

Local (cidade/estado) Marabá-PA         
Série: 5º ano                                                      Número de alunos:  120  
Professores envolvidos: Gorete, Albertina, Francisca , Jucilene.

           
2. Problemática a ser estudada / Definição do Tema
A necessidade de intensificar as práticas pedagógicas de leitura, escrita e gêneros textuais de forma a envolver o aluno como autor e co-autor do seu conhecimento.
?

3. Justificativa
Hoje em dia as escolas sentem a necessidade de dispor de boas práticas que venham melhor  contemplar as necessidade de aprendizado dos educados. Essas baseadas nas práticas que favoreçam a aproximação com a realidade social. Pensamos na intensificação dessas práticas  por meio do resgate da cultura local e  do conhecimento histórico. Por isso trabalhar o projeto Almanaque Cultural de Marabá. Por meio desse projeto esperamos intensificar as práticas de leitura e escrita e do  conhecimento dos gêneros textuais. Tendo como objetivo despertar nos alunos o interesse, a compreensão e o conhecimento, visando  um novo Olhar Sobre Marabá. A fim de conhecê-la compreender-la e valorizá-la.
Para tanto queremos que essa seja vista sobre todos os aspectos. Com um olhar crítico e sincero.



4. Objetivo (s)
  • Possibilitar o conhecimento da história regional de marabá, nos seus aspectos: históricos, econômicos, políticos, culturais e sociais.
  • Produzir uma fonte bibliográfica de informações da cultura marabaense( almanaque)


5. Metodologia / Procedimentos / Cronograma
O projeto será realizado nas turmas de 4º e 5º anos do ciclo. As quais através de pesquisa conhecerão a história de Marabá, para posteriormente( como produto final) construa um acervo de leitura sobre a cidade de Marabá.
As atividades serão desenvolvidas em etapas de acordo como conteúdo, temas ou atividades práticas( confecção do almanaque)
Blog do projeto- endereço: http://descobrindomaraba.blogspot.com



6. Recursos a serem utilizados (tecnológicos ou não)
Computador e internet, lápis, caderno, câmera digital, papel sulfit, lápis de cor , microfone, microsisten, caixa de som, data show.  internet
Produto final: Blog

7. Registro do processo
1ª etapa- apresentação do tema
- apresentação de um vídeo sobre Marabá
- levantamento dos conhecimentos prévios sobre  almanaque,
- leitura e manuseio de exemplares,
 - listagem dos conteúdos para compor o almanaque

2ª etapa-  Pesquisa
- Pesquisa no laboratório
- Pesquisa de campo e acervos bibliotecários
- Entrevistas com moradores antigos de Marabá

3ª etapa-  Produção do conhecimento( trabalho com os gêneros)
- Leitura de determinado tema
- Produção( coletiva, grupo e individual)
- Revisão
- Digitação e formatação
- Ilustração e fotografia
- socialização do material

4ª etapa- Produto final
- Organização do design
- Partes do livro (apresentação, índice, agradecimentos, etc)
- Confecção do livro
- Planejamento da noite de autógrafos  ( convites, cerimônia  etc)



8. Avaliação e Resultados esperados
Será avaliado os trabalhos dos alunos e também o resultado final do processo.

9. Divulgação / Socialização do Projeto realizado
O projeto será socializado na escola e terá como produto final um livro intitulado” almanaque cultural de Marabá”, será criado um blog para ser publicado os trabalhos dos alunos

10. Referências Bibliográficas
Jadão, P. B. R.- Marabá – 1ª edição- 1984
Atzingen, Noé Von _ Vocabulário regional de Marabá? Fundação casa da cultura de Marabá/ projeto Usimar ,2004

pt.wikipedia.org/wiki/Marabá

domingo, 28 de março de 2010

O verdadeiro sentido da pascoa na escola

A quem serve a educação quando se tratando da Páscoa?

Não é somente em casa que a criança aprende sobre os principais valores da vida, mas esse aprendizado se estende à escola.
A escola tem medo de tratar sobre o assunto religião e muitas vezes segue a estrutura dominante social, seja ela política ou econômica. No caso do assunto Páscoa a escola vem servindo fielmente aos valores econômico, propagando inconscientemente os valores consumistas. A criança é trabalhada na escola de forma aleatória sobre a páscoa. Canta-se músicas, coelhinhos da páscoa, pinta-se simbolos como: coelho, ovos da chocolate etc.
Se a escola tem medo de propagar valores religiosos, porque não propagar os valores históricos. A autenticidade de Jesus Cristo nunca foi e jamais poderá ser questionada. Não há na história do mundo ninguém que tenha revolucionado tanto a humanidade. Jesus viveu, se fez presente na humanidde. Não existiu outro exemplo maior de amor, de coragem, de perdão, de compreensão. Jesus morreu por um ideal. Até aqui é história, e ninguém precisa propagar seus valores cristãs para ensinar história.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Fazer bonito ou fazer valer?

Na educação é assim...
Algumas coisas são para fazer valer e outras para fazer bonito.
Muitas vezes erramos, não conseguimos distinguir os propósitos. Muitas pessoas porém sempre tem dúvidas sobre qual atitude assumir, outras porém, assume as atitudes mais confortáveis para sua comodidade e até mesmo as que possam lhe trazer bons frutos.

Escolher porém o caminho do fazer bonito é sempre mais fácil. O bonito agrada mais em muitas circunstâncias. É o mais elogiado, premiado, exaltado.
O caminho do fazer valer é bem mais complexo. Fazer valer remete a trabalhar em busca de resultados, qualidades. Esse processo é bem mais complicado, pois implica em seguir minuciosamente os passos, requer buscar estratégias, gastar tempo, energia, refazer caminhos, determinar tarefas, orientar, planejar , replanejar...
Lembro-me de todas as vezes que na profissão necessito desempenhar o papel do fazer valer. Na verdade o nosso papel na educação é sempre o de fazer valer. Fazer valer a pena o tempo que destinamos as nossas atividades profissionais, fazer valer o tempo que todos os educandos destinam em estar na escola. Enfim fazer com estes “tempos” resulte no crescimento. No crescimento pessoal e profissional.
Na educação é assim...
Trabalhamos em busca de resultados, trabalhamos para cumprir papel, trabalhamos para simplesmente desempenhar funções. Em todos esses casos trabalhamos, trabalhamos e trabalhamos...
Se trabalhamos tanto, mais inteligente seriam se usássemos o nosso trabalho para a prosperidade. Para fazer valer!!!

segunda-feira, 1 de março de 2010

ROTEIRO PARA PLANEJAMENTO DO PROJETO: SECRETÁRIO ESCOLAR DE MEIO AMBIENTE

O roteiro a seguir foi criado para ajudar as crianças a compreenderem melhor a função de cada etapa na elaboração de um projeto.
O Projeto Secretŕio Escolar de Meio Ambiente, tinha como objetivo princiipal a elaboração do projeto pelo aluno e assim se fez necessário a utilização de um modelo mais simplificado e ao mesmo tempo que pudesse dar suporte para que o aluno pudesse elaborar o seu projeto.



DADOS GERAIS- IDENTIFICAÇÃO
1-NOME DA INSTITUIÇÃO – citar o nome da instituição que vai realizar o projeto.

2-COORDENAÇÃO DO PROJETO - Pessoa responsável pelos contatos técnicos e administrativo do projeto. Quem vai ficar a frente do projeto, seja ele pessoa, equipe turma. No nosso caso podemos citar a equipe que compõe a chapa do projeto: Secretário Escolar de Meio Ambiente

3- TÍTULO DO PROJETO - Deve dar uma idéia clara do projeto. Deve ser dinâmico e despertar o interesse das pessoas em conhecer o projeto. Deve estar relacionada ao assunto do projeto.

4-JUSTIFICATIVA DO PROJETO - Na justificativa você deve contar um breve resumo dos fatos que cercam o seu tema...O que anda acontecendo, contar um pouco sobre o problema. O que você já sabe. Deve citar também o que você quer fazer. Por que você quer fazer.

5-OBJETIVOS DO PROJETO - Deve-se responder sempre à pergunta: Porque executar o Projeto? Descrever as razões pelas quais você vai realizar o projeto , o que você quer conseguir com o desenvolvimento desse projeto. Explicar o querem conseguir com o projeto.
O objetivo deve sempre iniciar com um verbo no INFINITIVO
Exemplo:
Despertar o interesse...
Conscientizar as pessoas...
Contribuir para ...

6-METODOLOGIA DO PROJETO - Deve-se sempre responder a pergunta: de que forma o projeto será executada. Como será realizadas as ações para conseguir o objetivo.

7-CRONOGRAMA DO PROJETO – deve descrever todas as ações do projeto, quando e como será realização, quem será responsável por cada ação. importante listas as datas provável para o acontecimento de cada ação, mesmo que essa seja reformulada depois, ou ainda não aconteça exatamente no prazo determinado.

8-BIBLIOGRAFICA - Listar a bibliografia das fontes de informação que utilizou, ou ainda será utilizada.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Formação Continuada- Mais uma, uma a mais.....

Sempre pensei na formação continuado como um instrumento precioso na correção das mazelas deixadas pela nossa formação inicial, especialmente a formação do magistério. Cito essa dentre as demais simplesmente pelo fato de conhecê-la melhor, por ser ela a que fui formada e estou inserida.
Há algum tempo porém venho vivenciando a formação continuada como profissional atuante nesse meio. Ultimamente porém tenho pensado muito no que vivencio. Principalmente como posso citar” os bastidores da formação”.
Existem muitas críticas a respeito da formação , a principal delas se remete ao fato de as formações se repetirem, no seu cronograma de oferta, nos seus conteúdos programáticos, nas suas metodologias de aplicação etc.
Sempre ouço a velha frase repetida “ isso é sempre a mesma coisas” isso vem me trazendo reflexões a cerca da nossa postura profissional e do processo de gerenciamento da aprendizagem da educação. Fico refletindo: será que essa postura não é a principal causa do continuo fracasso escolar? Penso que se a formação continua no mesmo molde é porque a nossa prática pedagógica nunca conseguiu ultrapassar essas questões que julgamos tão simples. Me questiono sobre a postura de nós educadores ao considerarmos repetitiva essas questões. E sobre até onde já proporcionamos novas formas de educar mediante as questões colocadas consecutivamente nas formações.
A mim enquanto cursista consigo visualizar questões novas, pois na educação tudo se torna novo e nada ao mesmo tempo é novo. Estaremos sempre realizando coisas novas dentro das velhas práticas sempre que conseguirmos visualizar a educação como algo estático na sua essência, porém suscetível de transformação , pois deve acompanhar a dinâmica social.
Olhando par essas questões é que vejo as formações sempre como algo novo, não como um espetáculo novo, mas como um momento de reflexão e aprimoramento das práticas já concebidas.
Cada formação em especial nos dá a oportunidade de enxergar, conhecer coisas novas, já que a educação é algo bastante complexo e a nossa compreensão está ligada ao nosso interesse, necessidade, pré-disposição, acomodação. Ou seja, a aprendizagem é um processo estritamente interno, mesmo que na maioria das vezes necessite de experiências externas para que aconteça.
Gostaria que os profissionais da educação concebesse dessa forma os encontro de formação continuada. Como momento e reflexão, aprimoramento, construção e acima de tudo de reconstrução daquilo que já temos e que é necessários sempre rever, acrescentar, transpor, transformar. Enfim, fazer acontecer.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Li o livro “A cabana”




Nossa!!! Como foi maravilhosa essa experiência. Na verdade me senti não como lendo por distração ou outro motivo qualquer. A cada parágrafo, capítulo me sentia como fazendo uma formação espiritual, como nunca havia feito na vida.

O livro a cabana nos leva a fazer uma reflexão primeiramente sobre o nosso conhecimento, a visão pessoal de Deus, da Criação, da fé. Ele traz a tona as maiores dúvidas que as pessoas tem sobre esses enigmas. Leva-nos a refletir sobre a nossa fé, trazendo informações religiosas. Fazendo-nos não somente conhecer a religião, mas fazê-la de forma livre.
Na maioria das vezes a nossa formação religiosa está ligada a uma igreja, sabemos que a igreja é uma instituição e como tal traz seus dogmas que muitas vezes não servem somente ao propósito da fé, mas a cima de tudo de controle social hierárquico.
Enfim, todos deveriam ler esse livro, não para questionar sua religião, mas para compreender a fé a partir do principal propósito religioso o conhecimento e o Amor de Deus.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Projetos de Aprendizagem

Roteiro de Planejamento

Ao lançar mão da proposta de desenvolver um projeto de aprendizagem o professor deverá além de ter bem claro os seus objetivos para o trabalho com essa proposta, comparar esses com o que se propõe essa metodologia de trabalho. Para isso se faz necessário alguns questionamentos como: que tipo de ensino eu pretendo desenvolver com os alunos? Que tipo de aprendizagem garante essa proposta? qual deverá ser a minha postura nesse processo? Qual o papel da minha turma? Ter clareza sobretudo que essa proposta traz em si o foco da aprendizagem e não do ensino. Nessa, porém o papel do aluno é de condutor do processo, o maior responsável pelo planejamento e desenvolvimento das ações. O principal autor na sistematização do saber. Enquanto que ao professor caberá a postura de mediador do processo.

DICAS PARA A CONDUÇÃO DO PROCESSO

PRIMEIRO PASSO - ESCOLHA DO TEMA
Uma das primeiras atitudes do professor é a condução do planejamento. No qual deverá acontecer A ESCOLHA DO TEMA / PROBLEMÁTICA. Nessa o professor deverá levar os alunos a levantar questões que sejam do interesse deles. Curiosidades que poderão se transformar em investigações.Essas poderão ser levantadas através de questionamentos.

SEGUNDO PASSO - CERTEZAS PROVISÓRIAS

Após escolher o tema/ problemática, será necessário para a organização do projeto, sistematização daquilo que aos alunos já sabem e/ou pensam que sabem sobre o tema. O que chamamos de CERTEZAS PROVISÓRIAS. Essas poderão ser feitas por meio de listagens ou dissertação.

TERCEIRO PASSO - DÚVIDAS TEMPORÁRIAS

Sistematizados o que já se sabe sobre o assunto é hora de organizar o que se quer saber sobre tal assunto. São as dúvidas temporárias, aquilo que almejamos descobrir. É importante saber que são essas as questões que o grupo irá perseguir, por isso, será em cima dessas as construções da aprendizagem. Aqui acontecerá a pesquisa e sistematização dos conhecimentos.
Parta que isso ocorra com maior êxito é necessário que a turma planeje os passos que serão seguidos. É nessa etapa que se faz necessário a organização do cronograma.
No cronograma será contemplado:
O que fazer para conseguir ( por meio de pesquisa, palestras, entrevistas)
Quando fazer ( data provável para acontecer)
Quem irá fazer (que será o responsável)
O como fazer (elaborar entrevistas etc)
Importante!Para melhor garantia da sistematização da aprendizagem e também como instrumento usado para a avaliação sugiro a construção do portifólio do aluno.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Atividades do curso Tecnologia na Educação- Ensinando e Aprendendo

Caros Cursistas! Um abraço.
Sei que não é tão simples assim abraçar um trabalho em um ambiente novo (virtual) com tão pouco tempo para compartilharmos nossos conhecimento, para nos sentirmos confiantes e seguros na realização das atividades e navegação desse ambiente. Sei que muitas dúvidas surgirão para alguns.
Pensando nisso escrevi de forma mais detalhadas as atividades que deverão ser realizadas até o próximo encontro dia 01/09/2009.


ATIVIDADES QUE SERÃO REALIZADAS NESSA 1º QUINZENA
Atividade 1: 1ª semana Refletindo sobre a Identidade do professor e sobre a própria aprendizagem:
Como fazer :
relatar quem sou eu como professor e aprendiz, usando o editor de texto e compartilhar com os colegas da turma (Biblioteca)
Escreva um documento de duas laudas , no editor de texto de sua preferência, sobre você mesmo sua atuação profissional e suas perspectivas enquanto aprendiz.
Obs: o trabalho deve ser salvo em uma pasta local ou disco como o título: ativ1-seunome : ex: ativi1-joelma, deve também ser mudada a extensão do arquivo par um compatível ( tipo) doc
Como postar o trabalho:
Entra na biblioteca-material do aluno-
Após abrir a caixa clica em enviar arquivo
Preenche os campos obrigatórios – titulo- tipo de documento-tema - subtema- procura o arquivo enviar o arquivo.
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Atividade 2: Refletindo sobre a Identidade do professor e sobre a própria aprendizagem
Registrar a própria reflexão (Diário de bordo)
Faça uma reflexão sobre o tema para ser publicado no diário de bordo
Obs: esse poderá ser bem menos de duas laudas.
Como postar:
Vá em interação- diário de bordo
clica em nova anotação, escreve o que deseja, clica incluir
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Atividade 3: A escola diante do novo panorama da tecnologia na escola
Assistir ao vídeo “Educação e tecnologia” (entrevista) comentar e compartilhar uma das questões levantadas na entrevista (Fórum)
como fazer :
clica em interação-fórum
clica no título do fórum , depois em contribuir
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Atividade 4: fazer um levantamento sobre quais são as
tecnologias existentes na escola e como são utilizada....
Essa atividade será socializada no 2º encontro presencial no dia 01/09/2009
Cada professor individualmente fará um levantamento dos recursos tecnológicos e mídias existentes na escola em que trabalha. Fazendo um relato descritivo sobre a forma como esses recursos são utilizados, como também uma reflexão à respeito.
Faça uma apresentação em slide para ser socializada no encontro presencial.
obs: Como nem todos as pessoas irão socializar o trabalho no momento, esse deverá ser enviado para o meu e-mail: jmsantosilva@gmail.com até a data do encontro presencial.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Trabalhar a diversidade textual na escola.

O trabalho envolvendo a diversidade textual e os gêneros literários tem sido um dos assuntos abordados ultimamente. Remete a esse a capacidade da melhorar do índice de desenvolvimento educacional. Alguns programas estão sendo criado para atender a necessidade de formação dos professores para esse propósito. Porém nas escolas ainda vemos trabalhos pouco significantes envolvendo esse tema.
Uma das controversas a superar é o fato de que para os estudantes o fato de expressar suas idéias oralmente é uma atitude completamente normal que em qualquer atividade ocorre naturalmente sem transtorno, porém o fato de se colocar essas idéias em papel, na escrita isso torna-se uma dificuldade que leva a um trabalho árduo para o professor e bastante penoso para os alunos.
O fato é que os trabalhos envolvendo a produção textual na muitas vezes é feito de forma absoleta, enfocando, apenas o objetivo de se repetir uma forma corriqueira cheias de regras pr se produzir algo muita vezes insignificantes para os alunos.

A variedade textual é sim, necessária para que a criança perceba os diferentes objetivos de um texto escrito e seu uso no dia-a dia, de acordo com nossas necessidades e oportunidades, porém o como isso deve ser colocado e proposto para os alunos que pode fazer o diferencial da aprendizagem significativa. Pois como é citado por Vygotsky.
... a escrita deve ter significado para as crianças, uma necessidade intrínseca deve ser despertada nelas e a escrita deve ser incorporada a uma tarefa necessária e relevante para a vida." (Vygotsky, in Moll, 1996)

Neste sentido trabalhar a diversidade textual é não somente propor tarefas e mais tarefas, mas em primeiro lugar dar ao aluno a oportunidade de compreender a função social da escrita mediante a diversidade do texto. Para tanto é necessário que se tenha um bom propósito de linguagem e comunicação para tal escrita. Esse é o verdadeiro propósito da diversidade texto
“ a função social”. E é o professor que enquanto mediador da aprendizagem leva a verdadeira dimensão desse propósito para seu aluno, fazendo despertar nele o interesse pela escrita textual, oportunizando assim uma menor resistência e sofrimento a essa atividade, proporcionando assim a aprendizagem desejada.
Para o desenvolvimento de tais objetivos educacionais muitos se fala na organização didática das atividades. Os trabalhos com projetos didáticos tem sido abordado como uma metodologia de ensino capaz de promover a aprendizagem dessas.
Um coisa é certa, como aborda Vygotsky, a necessidade, o significado são pressuposto essenciais para a compreensão. Precisamos fazer com que seja real e significativa tal atividade. Nisso os projetos didáticos podem assumir essa função, de tornar real e mais verdadeira essa atividade.
Muito dos profissionais da educação se questionam sobre o para que fazer, como fazer e se dar certo. Isso só podemos afirmar fazendo. Para cada um porém essa tarefa é realizada de acordo com seus pressupostos teóricos e metodológicos.
Pra mim mesma é feito de várias formas e afirmo, todas elas tem gerado bônos par a aprendizagem. Posso, e quero nesse meu blog, postar alguns relatos e experiências minhas. Aqueles que desejar ler acesse sempre.
Joelma

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Aula Presencial





Depois de participarem da aula inaugural do curso de 100h – Tecnologia na educação- Ensinando e Aprendendo com as Tic. A turma intitulada “Mangueria” que é uma das 11 turmas que iniciam a formação direcionada pelo Núcleo de Tecnologia Educacional- NTE/ Marabá encontram-se para a primeira aula presencial.
A turma é formada pelos professores das escola Gabriel Sales Pimenta e Judith Gomes Leitão.
Depois de assumirem sua responsabilidade na condução de uma formação a distância os alunos se familiarizam com o ambiente virtual.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

terça-feira, 26 de maio de 2009

A Quem Merecê-la

A Vida Verdadeira
Thiago de Mello

Pois aqui está a minha vida.
Pronta para ser usada.
Vida que não guarda
nem se esquiva, assustada.
Vida sempre a serviço
da vida.
Para servir ao que vale
a pena e o preço do amor

Ainda que o gesto me doa,

não encolho a mão: avanço
levando um ramo de sol.
Mesmo enrolada de pó,
dentro da noite mais fria,
a vida que vai comigo
é fogo:
está sempre acesa...


Fonte: www.fisica.ufpb.br

terça-feira, 28 de abril de 2009

O Mais belo Encontro

Pude vivenciar esse mês o maior e mais verdadeiro encontro de minha vida. Falo do encontro comigo, do encontro com o próximo do encontro com o Deus. Com esse Deus maravilhoso que existe em mim. Em todos nós, mas que para experimentar a sua presença é preciso que o aceitemos, para tanto é preciso que o conheçamos. Que conheça o seu amor, conheça o seu perdão, conheça o seu propósito para a humanidade.
Muitos devem até então está questionando sobre o que essa criatura está falando.
Acho que estou falando do conhecimento, da aprendizagem, da formação que falta a nossa vida que é a formação espiritual.
Os autores Yçami Tiba e Celso Antunes em alguns dos seus livros e de forma diferenciada falam sobre os problemas que a humanidade a educação e a família tem tem passado , crianças, jovens e adulto. Remetem a responsabilidade desses problemas para a falta de amadurecimento emocional e crescimento afetivo.
Pois bem a igreja fala sobre a falta do amor de Deus dentro de nós, na nossa vida social e espiritual.
Acredito que tudo isso falta, por conta da nossa pouca formação espiritual. Não nos formamos mais no nosso espaço familiar, não freqüentamos uma instituição religiosa. Ou seja , estamos nos formado apenas para a sociedade. Uma sociedade capitalista, que visa sempre o "lucro" promove sempre o individualismo, a ignorância a nós mesma, o egoismo, a competitividade e assim vivemos lutando contra os outros e conseqüentemente contra nós mesma. No nosso casamento, nas nossas amizades, na nossa família, no nosso trabalho.
Vocês devem está pensando que salada essa doida está fazendo.
Eu, explico estou tentendo revelar para mim mesma a salada da vida.
Antes eu sempre vivi procurando o bem, tentando educar os meus filhos para o bem. Mas faltava algo pra mim...
Faltava me encontrar...encontrar comigo mesma.
Faltava encontrar com o meu Deus.
Esse encontro eu pude vivenciar agora no ECC (encontro de casais com cristo)

Lá pude realizar uma verdadeira formação espiritual, teórica e prática). Pude renovar a minha fé, reconstruir minhas crenças, compreender de onde vinha meus problemas, me aceitar melhor, mas saber principalmente que sou acima de tudo criatura de Deus vivendo em um mundo de Deus, para tanto tenho direitos e deveres, para comigo e para com o meu próximo.

Enfim, hoje possuo um kit de sobrevivência para essa vida, para a minha felicidade. E onde quer que eu vá, o que quer que eu tenha que fazer, terei ele com tudo que preciso para mim ajudar. Para ser feliz.

Encontrei o verdadeiro sentido da felicidade.

E digo:

Quem poder um dia participar de uma formação com essa , não percam a oportunidade. Vale muiiito a pena.